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domingo, 13 de março de 2016

Resenha Cartas na rua - Charles Bukowski

Depois das indicações feitas a mim, pelas meninas do grupo do whats, resolvi comprar quatro livros do Bukowski, são eles Páginas manchadas de vinho, Ao sul de lugar nenhum, Fatotum, e Cartas na rua.

A curiosidade foi despertada em mim. Realmente, Bukowski escreve muito bem, a leitura é envolvente.




Já no começo já se sente que, a historia é regada a muita bebida, orgias e patifaria. A princípio, pensei: "que literatura é essa que me indicaram?" "como elas podem pensar, que eu iria gostar disso?".

Continue a ler.

Hank Chaninski, era o seu ego consentido, que narra a historia de cartas na rua. A princípio Bukowski, conta sua história de vida, mas adiante percebo que nas verdade a historia é semelhante a de muitas vidas.

Hank, pulou muito de emprego em emprego, até que começou a trabalhar de carteiro substituto, nos correios dos Estados Unidos da América. Passará por volta de 3 anos e meio por lá. E quando saiu mal sabia ele, voltaria depois, e ficaria mais doze anos por lá.

Foi período árduo, pois havia um supervisor que enchia o saco, um punhado de bandidos e alguns velhos fracassados.

Mas Chinanski tinha Betty, até se demitir dos correios, e Betty o largar pois viu trabalhando sozinha e Hank vivendo de apostas de cavalos.

Hank conhecera muitas mulheres, elas aparecem do nada e sempre vão embora de forma trágica. Isso até fica confuso, mas de tão corriqueiro, você acostuma.

Depois de algum tempo, uma dessas mulheres o obriga a trabalhar, Joice era ela. O pior que safada era rica, eles não precisavam trabalhar, mas assim ele o fez.

Tempos depois Joice, o largou por outro cara. E logo outras e outras apareceram no caminho. Hank tivera uma filha com Fat, que uma maluca comunista. Tempos depois, ela também o abandonará, para viver em uma comunidade hippie no Texas.

A rotina dos correios estava matando Chinanski. Doze horas por noite, caras loucos que tentavam acabar com ele a todo instante, bebedeiras desenfreadas, noites mal dutmindas, má alimentação,  estava o matando vagarosamente.

"Bem, como diziam os rapazes, você tinha que trabalhar em algum lugar. Então aceitavam o que aparecesse. Essa era a sabedoria do escravo." PG 178.

Até que Hank decidiu largar os Correios dos Estados Unidos da América, e viver em montanha caçando guaxinins e ratos exóticos.

A parte de se demitir dos Correios havia se concretizará. A parte das montanhas não. A vida de Hank se resumiu em beber, beber, beber e dar festas  em seu apartamento de aluguel.

Os detalhes e surpresas não estrearam relatados aqui, pois isso seria spoiler, e ninguém gosta de quem dá spoilers. E afinal sua futura leitura não teria graça.
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